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Mecanismos de Busca: O processo dos usuários e suas intenções de busca (Influências + Personas) – SEO

O que são os Mecanismos de Busca? Basicamente são grandes “facilitadores” para o usuário web. Eles são capazes de ligar milhões, bilhões de páginas na internet, facilitando a vida de todos que o utilizam, procurando as informações mais relevantes para cada pessoa.

O que alguns sabem é que essa facilidade também é profissionalizada por empresas que querem aparecer da melhor forma nesses mecanismos de busca. Isso se chama otimização de sites (tema que abordamos constantemente nesse Blog) e que gerou um novo profissional: o Analista de SEO.

O que um Profissional de SEO faz também já foi falado nesse Blog, o que não é nada tranqüilo. Mas existem mais fatores. Muito mais. Os mecanismos de busca não são uma ciência exata e nem chega um momento que se estabiliza. Isso não existe. Digo isso pelo simples fato que fica por trás dessas ferramentas poderosas. Simples mesmo: O ser humano.

Decifrar o pensamento do usuário é uma combinação de fatores, que nem sempre são 100% acertivas!

Nada é mais difícil do que prever o que o usuário irá digitar nos mecanismo de busca, decifrar seu pensamento. Mas, é possível fazer algumas combinações!

Não é fácil prever o que o ser humano está pensando, o que pensou, ou o que pensará. Esse conjunto de pensamentos, ações e “moda” é o que chamamos de intenções de busca, que faz parte de um processo maior que veremos a seguir.

O processo "micro" dos Mecanismos de Busca

O processo "micro" dos mecanismos de busca é importante, mas não é tudo!

No processo micro, temos uma idéia mais fechada dos mecanismos de busca: usuário + ferramenta = resultados. Mas é só isso mesmo?

O caminho do usuário para os mecanismos de busca

Mais do que apenas otimizar um site, o trabalho em SEO é constante por esse fato citado acima, o ser humano. Isso quer dizer que a psicologia também está envolvida em todo esse processo. Estar atento ao mercado externo é primordial e fundamental para um bom profissional aproveitar da melhor forma o hype, a onda do momento. Cada vez mais os usuários estão interligando o mundo offline para o online. Ou seja, não basta olhar apenas para a web, os mecanismos de busca tem influência direta com o mundo real, e isso é ligado pelo próprio usuário, através do conjunto de suas ações e intenções. Esse caminho não é nada controlado, é totalmente independente e possui caráter social e físico.

Temos vários tipos de influências nesse mundo offline. Eu os classificaria como:

  • Influência Social: esse é um fator movido pela sociedade como um todo. As pessoas são movidas por fundamentos e concepções que já estão inseridas num contexto do próprio ser humano
  • Influência Sazonal: essas influências são geradas por períodos oportunos, como a chegada de uma nova estação, data comemorativa ou um espaço de tempo em que as idéias e pensamentos que são movidos com influências temporais.
  • Influência Viral: essa influência tem muita relação com a social, pois é um tipo de característica movida por um grupo de pessoas. Porém, é momentânea e de baixa durabilidade.
  • Influência Crítica: a necessidade das pessoas em se expressar ou saber a opinião de outros. É aquele princípio básico das pessoas em saber o que o outro acha em relação a tal assunto. As perguntas como forma de busca é um exemplo dessa influência.
  • Influência Pessoal: nada mais, nada menos que a vontade pessoal de cada um, de forma individual, seja através de suas vontades antigas, temporais ou apenas desejos. Esse tipo de influência é o que pesa para gerar uma determinada intenção e ação, independente dos outros tipos de fatores.
  • Influência comercial: esse tipo de influência é gerado pelo próprio marketing, propaganda e afins. São o que chamamos de criação de novas necessidades, exploração de necessidades básicas através da exposição das mídias ou assuntos relacionados.
Influências nos usuários geram novos tipos de intenções de busca!

Influências nos usuários geram novos tipos de intenções de busca!

Entendendo esses tipos de influências, temos o primeiro passo do nosso caminho macro dos mecanismos de busca. Como dito acima anteriormente, esse caminho inicial é totalmente independente!

Vamos a segunda parte desse caminho, que são as pessoas. Sim, os usuários, os próprios seres humanos que irão praticar a ação no reflexo de sua intenção de busca. Muitos gostam de classificar esses usuários como personas. Ou seja, classificação que generaliza as características humanas das pessoas que possuem personalidades semelhantes e que geram ações parecidas. Como eu gosto do nome, vamos utilizá-lo ao longo do artigo. De acordo com alguns estudiosos, temos a seguinte classificação (fonte: grokdotcom)

  • Competitivo: é aquele usuário que visa a rapidez e dinamismo na busca pela sua informação.
  • Metódico: como a própria palavra diz, esse usuário está ligado aos detalhes das informações. É capaz de ler posts inteiros em busca do que necessita por exemplo.
  • Espontâneo: Ao mesmo tempo em que também procura rapidez, procura informação em formatos diferentes, seja através de gráficos ou imagens coerentes que facilitem a interpretação.
  • Humanista: leva em consideração opiniões de terceiros na busca pela sua informação relevante.
E os usuários? Personas! Classificação genérica de usuários agrupados por um tipo de personalidade semelhante: Interessante não?

E os usuários? Personas! Classificação genérica de usuários agrupados por um tipo de personalidade semelhante: Interessante não?

E o que tudo isso tem relação com SEO?

Na verdade, tudo. Explico: o conjunto entre esses dois fatores externos (Influência + Personas) é o que gera as intenções de busca. É esse começo de processo (lembre-se, independente) que faz com que tal usuário busque por esse, ou aquele termo nos mecanismos de busca. Como já citado anteriormente, o ser humano é algo complicado de se prever, pois ele sofre essas influências constantemente, em conjunto com a personalidade de cada um.

Combinações entre influências e personas!

A combinação entre "Influências + Pesonas" geram inúmeros tipos de intenções e possibilidade nos mecanismos de busca: Fatores externos totalmente independentes de nosso alcance SEO!

Gosto de visualizar esses dois fatores como filtros que devemos “monitorar”, mesmo que seja impossível 100% de acerto, porém há a possibilidade de prevermos algumas ações. Atento a isso, o profissional de SEO que estiver com sua atenção voltada para esse processo  Macro, com a combinação entre Influências e personas ( que são externas e “independentes”), em conjunto com os fatores internos,  sairá na frente, seja através de um planejamento que gere resultados ou preparado para eventuais hypes que existirão na internet.

O processo macro é uma visão mais ampla dos mecanismos de busca, pois reúne fatores externos + fatores internos: ou seja, um processo completo que nos auxilia na previsão de intenções de busca

O processo macro é uma visão mais ampla dos mecanismos de busca, pois reúne fatores externos + fatores internos: ou seja, um processo completo que nos auxilia na previsão de intenções de busca

Você já pensou nisso? Seu site, ou o site de seus clientes está preparado para todo esse conjunto? Possui conteúdo voltado para as combinações corretas entre “influências + personas”?  Agora é com você. Let’s work, SEO!

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Análise de Site : Tecnologia x Web Designer x Publicitário x Marketing x Profissional de SEO ?

A análise de site tem vários pontos de vista. Se você perguntar para um profissional de tecnologia e pedir para ele analisar um site em questão poderemos ter um tipo de resposta:

“- O A+B não está sendo C, bem como a plataforma F não está encaixando com a E, que era o que deveria”.

Profissionais e análises de sites

Analisando sites na ótica de cada profissional : qual o correto da história?

Ótimo. Agora, vamos perguntar para um Web Designer:

“- A conjuntura das cores A+B não está condizente e alinhada com o menu C, nem transparece ousadia no look’n fell, tão pouco a fonte F é legível”.

Ok, e se perguntarmos para um profissional de marketing, ou até publicitário:

“- Não vende, não faz sentido”.

macado pensando: qual será?

... e cada tipo de profissional, seja de tecnologia, publicitário, marketing ou web designer tem um pensamento diferente para analisar sites.

Bom, tentamos. E perguntando para um profissional de SEO:

“- O que posso dizer é que esse site X não está tendo a relevância necessária entre A para B, assim como as informações C estão desencontradas, a arquitetura está bagunçada e possui pouco conteúdo. Suas funcionalidades não estão agradando o usuário, visto sua taxa de rejeição altíssima, os atributos On Page de cada página não estão bem definidas em conjunto com o tipo de Landing Page e associada às buscas dos usuário, bem como o volume de links internos não está ajudando. Vamos pensar como um usuário, essa página está sendo entregue com qualidade? É relevante? Tem todas as informações necessárias? Que tipo de busca fez com que os usuários chegassem até o site? E lá vem o Google Panda! Temos que nos atentar a isso, e o tempo de página? Possui conteúdo dinâmico? E…”.

Perceberam a diferença? Um pouco neurótico não é? Mas enfim, isso é culpa do nosso pai de todos, o Google.  Se perguntarem para mim, qual a resposta correta entre eles, eu afirmo: nenhuma!

Como assim, você deve estar se perguntando? Eu digo, nenhuma delas está correta, pois nenhuma delas está errada, esse é o ponto importante desse artigo. Quando pensamos em um site podemos ter vários pontos de vista, várias óticas e percepções diferentes sobre um mesmo assunto, isso acontece em várias áreas profissionais, é comum.

Cada cérebro é diferente um do outro!

Cada cérebro é diferente um do outro, cada ponto de vista, cada ótica ou percepção. Está aí o Homer para não nos deixar mentir.

Se o profissional de tecnologia possui conhecimento em uma área voltada para a questão técnica, é nesse ponto que ele vai tratar, talvez se esquecendo das demais características, porém é a especialização dele.

Para o web designer, não é diferente. Sua especialização está em tornar o site agradável, com uma usabilidade facilitada, cores e layout alinhados, e definir como os tipos de funcionalidades serão inseridas. Nada mal, não é? Eu também acho.

Para o publicitário (eu me formei em publicidade) ou profissional de marketing, que pensa na mensagem acima de tudo, ou na própria venda e objetivos que criaram a demanda, temos uma ótica intrínseca, subjetiva e muitas vezes pessoal de certa forma. A empresa (vide diretoria ou superiores) requer uma demanda, esses profissionais escrevem o briefing, de acordo com seu conhecimento e experiência. Muitas vezes, eles pensam em algo e o primeiro resultado que vem das agências (e profissionais de web designers) são outros. Nada de anormal nessa história, afinal, cada um possui cérebros diferentes. Estranho seria se fosse exatamente o que o cliente quer. Mas nenhum dos dois estão errados.

Outro ponto de vista, e o que mais me deixa fascinado é o do profissional de SEO. Sua percepção vai aumentando, na medida em que os mecanismos de busca (e nosso pai de todos Google) vai enriquecendo seu algoritmo e incluindo cada vez mais fatores e variáveis para definir o posicionamento de um site nas SERPs. Afinal, imagine comigo: até anos atrás, um bom profissional de SEO (mesmo que a área seja “nova” no Brasil), pensava em um número X de fatores nos sites.  Hoje em dia não. O profissional de SEO tem que pensar e monitorar desde as boas e velhas “aplicações On Page”, até praticar o relacionamento para tentar “beliscar” um link em outros sites (link building), ao mesmo tempo em que tem visão analítica das métricas e seu domínio em suas mãos para monitorar um projeto de otimização, bem como (e cada vez mais) tem que olhar e integrar seus sites com as mídias sociais. Isso são só algumas coisas hein! Sem falar que é necessário também saber pelo menos o básico em programação, arquitetura da informação e conteúdo otimizado eu levaria mais 100 dias escrevendo esse artigo! Sem falar da questão estratégica, SEM (Search Engine Marketing) e inovação nas aplicações tecnológicas! Uau! Mas que ninja então esse profissional de SEO, não é?

Profissinal de SEO = Ninja!

O profissional de SEO é praticamente um ninja! Sempre atento as mudanças do ambiente, se adapta a qualquer estilo e te flexibilidade para estudar assuntos novos! Ninja!

Bom, se levarmos em consideração que, nem o Google sabe direito o que é bom para o usuário, e fica brincando e testando os posicionamento nos mecanismos de busca, “inventando” novas métricas, plugins e ferramentas para monitorar os sites, não serão os profissionais de SEO que terão todas as respostas. Ninguém o culpa por isso, afinal, não é fácil para uma máquina decifrar as vontades e intenções humanas.

Por essa situação toda, me atrevo a afirmar que todos os profissionais (tecnologia, web designer e publicitário/marketing voltado para a web) deveriam estudar SEO, pelo menos o básico. Ou então, que o bom profissional de SEO poderia trabalhar em qualquer uma dessas áreas, afinal, já possui um pé em cada uma, mesmo que não de forma tão profunda, mas possui traços e aptidões para isso.

O que me leva a afirmar isso é justamente esse dinamismo que o Google tem em alterar sua característica. Nenhum outro profissional na web é “refém” de um fator tão decisivo, que impactará diretamente no trabalho de um profissional como no SEO e seus resultados/objetivos. É como se estivéssemos em um navio sem direção, a deriva e indo de acordo com o agito do mar, totalmente flexível, podendo ir para o norte, para o sul e depois voltar para o norte. Ou pelo contrário, vice-versa. Louco não?

No navio, a deriva, refém do mar "Google", o profissional de SEO tem que ter conhecimento para saber onde irá!

No mar agitado do Google, o profissional de SEO fica refém das novidades e informações do nosso pai de todos os buscadores.

Mas é assim que muitas vezes acontece, muitas mesmo. Quem está nessa área sabe disso, e quem vai se destacar no SEO é justamente quem correr atrás para tentar se antecipar em busca (olha a busca aí!) desses novos conhecimentos que nosso pai Google nos vai ensinando gradativamente, seja nos presenteando com novos códigos no analytics, funcionalidades e interação com mídias sociais, entre outros. Muito estudo, inteligência, força de vontade e capacidade de adaptação. Essas são algumas marcas de um bom profissional de SEO.

Portanto, mesmo que nenhum desses profissionais estejam corretos em suas respostas (até por que não estão errados), leve bastante em consideração a opinião de um profissional de SEO para analisar seu site. Afinal, não é fácil trabalhar num mar agitado, na proa, sem salva-vidas, sem apoio e tentando se equilibrar, torcendo também para o barco não afundar, não é mesmo?

SEO: Page Speed – Tempo de Carregamento -Saiba sua Importância para o Google

Cada vez mais os programadores e webdesigners desenvolvem ferramentas, plugins, widgets, apresentações em flash ou diversas formas de deixar a página mais atrativa para o usuário. Até anos atrás isso não acontecia, porém com o desenvolvimento de linguagens, novos recursos para os profissionais, novas necessidades dos usuários os sites estão cada vez mais complexos e interativos.

carregamento de páginas para o usuário - page speed

Você já parou para olhar o tempo de carregamento de sua página?

Com essa complexidade e interatividade toda, o site fica mais pesado. Por tanto, como ficará o carregamento dessa página para o usuário?

page speed - carregamento de páginas - seo

Com mais recursos, os sites tendem a ficar mais pesados, ocasionando maior tempo de carregamento - SEO

Pensando como um usuário

Pensando como um usuário, quantas vezes você já não acessou um site, porém desistiu depois de levar um bom tempo carregando as informações? Ou simplesmente algum arquivo faz o site travar na metade? Isso não gerou uma rejeição? Para o robô do Google funciona da mesma maneira (e funcionará com maior peso). Com uma página mais leve, temos um tempo de espera menor, aumentando a “experiência” do usuário, otimizando a apresentação de sua página aos bots do Google, melhorando também seu posicionamento. Ou seja, o Google como sempre levará a experiência do usuário como fator de relevância para os mecanismos de busca.

seo - tempo de carregamento - pensando como usuário

O usuário não gosta de páginas que demorem muito para carregar. Logo, o Google também irá "gostar"? Creio que não.


Google e as Ferramentas disponíveis

Que o Google já olha para o tempo de carregamento de página como fator de posicionamento, não é segredo, porém ele dá cada vez mais indícios que esse fator terá um peso maior nesses critérios.

seo - page speed - webmaster tools já indica page speed

Para lembrar: pelo Google Webmaster Tools já temos um panorama real do que o robô do Google enxerga como “Página Rápida” ou “Página Lenta” (Gwt > Google labs > Desempenho do Site). Como o seu site está em relação a isso?

Não é a toa que o Google mesmo já disponibilizava informações do Google Webmaster Tools, além de aconselhar a instalação do plugin “Page Speed”* para o Firefox, que faz essa mensuração do tempo de carregamento:

seo - tempo de carregamento de páginas - google e page speed

Plugin para Firefox - Page Speed: Google já orienta e indica sua instalação.

Recentemente, mais que essa simples “sugestão”, o Google está oferecendo mais um recurso para a mensuração do tempo de carregamento de suas páginas: a integração com o Google Analytics*. Através da aplicação de um código na tag atual instalada, “_trackPageLoadTime()”*, a interface fornecerá dados precisos sobre a velocidade de carregamento de seu site, conforme imagem abaixo:

Google Analytics - integração page speed - tempo de carregamento

Integração com Google Analytics: a empresa dá indícios claros de que o tempo de carregamento terá um peso maior nos fatores de posicionamento


Isso tudo não é à toa. O Google oferece todas as ferramentas para nós levarmos mais em consideração essa métrica para monitoramento, deixando claro que esse fator terá um peso maior para o posicionamento nas SERPs.

Análise Rápida do Mercado: Exterior x Nacional

Utilizando uma ferramenta gratuita para esse tipo de análise, o Pingdom*, que nos fornece o tempo de carregamento de cada arquivo na página, a sua ordem e o tamanho de cada um. Assim podemos analisar de forma mais profunda sites do exterior considerados otimizados e comparar com os nacionais.

Site: Amazon

Repare no tempo de carregamento, apenas 1,8 s. Os tipos, a ordem e o baixo número de arquivos também influenciam: Imagens em .gif levíssimos e apenas dois .css otimizados


carregamento de páginas - pingdom e amazon - speed test

Amazon, referência em SEO: apenas 1.8 segundos de tempo de carregamento e apenas 33 arquivos. Otimizado!

Comparando com um site brasileiro de renome no mercado nacional, notamos as diferenças claramente.

Site: Saraiva

Não há uma sequência lógica para o carregamento e os arquivos são pesados. Combinado com o alto volume (no total, 116 arquivos foram carregados), o tempo de carregamento da página chegou peto de 12 segundos!

Seo - speed test - saraiva - pingdom

Saraiva: Perto de 12 segundos de carregamento, e mais de 116 arquivos fora de ordem no carregamento de sua home. Onde fica a experiência do usuário?


Dicas para otimização no carregamento de sua página

Por tanto, devemos estar atentos ao tempo de carregamento de nossas páginas:

  • Busque páginas e recursos mais leves,
  • Localize os arquivos que mais estão pesando para carregar na sua página.
  • Ordene também o carregamento das informações com mais prioridade e que devem ser apresentadas antes ao usuário
  • Otimize seus arquivos!

Quem olhar e der um foco maior a esse fator, com certeza sairá na frente da concorrência. Fique de olho!

*Sites e fontes

Pingdom: http://tools.pingdom.com/

Page Speed Plugin: http://code.google.com/intl/pt-BR/speed/page-speed/

Google Analytics e aplicação da tag: http://www.google.com/support/analyticshelp/bin/answer.py?hl=pt&answer=1205784&ctx=cb&src=cb&cbid=1i8rfq2zs4y49&cbrank=0

Vídeo Page Speed

Abaixo, um vídeo do próprio Google (em inglês) tratando a respeito do Page Speed – Tempo de Carregamento das páginas do site

Tratando com palavras-chave e tráfego orgânico no Google Analytics com Leonardo Naressi – Olhó SEO 2011

Leitores do Notícias Dinâmicas, estamos chegando com mais uma palestra, uma das melhores da minha opinião. No Olhó SEO 2011, Leonardo Naressi apresentou para todos os presentes a palestra “Tratando com palavras-chave e tráfego orgânico no Google analytics”, e exibiu dicas importantíssimas e pontos de vista sobre o analytics tanto para profissionais SEO, como profissionais de web analytics.

palestra de Leonardo Naressi no Olhó SEO 2011 em Florianópolis

Leonardo Naressi apresentou no Olhó SEO 2011, Florianópolis - SC o tema "Tratando com palavras-chave e tráfego orgânico no Google Analytics"

De forma direcionada para dicas e tendências, Rafael palestrou sobre dados e ferramentas do Google Analytics que possuem peso e relevância em nossas análises no dia a dia. Confira abaixo nosso review da palestra, com opiniõe, idéias e informações relevantes para você leitor:

Apresentação: SEO

Rafael logo demonstrou a diferença entre tráfego orgânico (= natural, onde as pessoas buscam o que ela querem), onde os  usuários  deixam explícitos suas intenções de busca.

O que as pessoas estão querendo saber? Intenção?O que estão pensando?  Todas essas iniciativas refletem no modo como o usuário faz as suas buscas.

Cases e buzz: utilize e monitore o comportamento dos usuários

Enfim, tudo encaminha para intenções de busca, o buzz na internet altera e impacta nos formatos de pesquisa (razões externas, sazonalidades, buzz na web). O analista e profissional tem que sempre ficar atento a essas informações e fatores externos.

Google Analytics e sua função para SEO: Dicas e análises

  • Utilizar para seu objetivo básico: Otimização. Utilize os recursos que a ferramenta disponibiliza para você
  • Buscas por região e segmentação: Termos de buscas diferenciadas por regiões. Rafael demonstrou de forma clara como a pessoas buscam, por determinada região, termos que são sinônimos. É necessário segmentar essas palavras que geram acesso. Otimizar nessa linha de pensamento
  • Exemplo prático: Balada x Festa x Boate = SP x RS x GO (Como então otimizar?)
  • Cruzar dados por região e busca de termos que mais geram tráfego: prioridades dentro de um projeto de otimização. Já pensou em utilizar a tabela dinâmica do Google Analytics?
  • Presença de termos Brand x No Brand: análise feita para separar os termos por marca de um site
  • Procurar por sites dentro do Google:  facilidade no acesso (sem querer, via busca orgânica) . Ou seja, o  usuário procura acessar o site pelo próprio mecanismo de busca (isso acontece!)
  • Analisar as diferenças entre keyword x landing Page:  cada acesso diferencia-se pela intenção x resultado. Análise precisa da relevância do site a entrega das páginas corretas para o usuário
  • Analisar long tail: imprevisibilidade nas buscas partindo dos usuário, gerando um tráfego maior através da abrangência. Conteúdo! Muito conteúdo!
  • Com quantas palavras se alimenta o robô de busca:  monitore o número de keywords que geram acesso ao site, seja por landing Page ou de modo geral
  • Buscas em diferentes línguas:  nos EUA, os usuários tendem a buscar por menos keywords. Analise o comportamento dos usuários por região
  • Cada categoria de buscas possui “tipos” de busca diferente:  segmento de mercado, nicho, categoria incluída das empresa possuem um tipo de busca diferente para o usuário. Onde seu cliente está enquadrado nesse assunto?
Público da palestra de Analytics no Olhó SEO 2011

Público do Olhó SEO atento as dicas de Leonardo Naressi: Segmentação de Keywords, relevância e tendências!


  • Expressões regulares: designação para filtros específicos e tipos de procuras no Google, criando regras para textos e palavras. Explore os filtros existentes por essa linguagem
  • Use a API para exportar TODAS  as palavras chave: Recurso essencial para um bom analista
  • Excellent  Analytics: open source, free, direto no Excel  PLUGIN para visualizar dados no Excel. Dinamismo em suas análises
  • Atualização do Google Analytics: Fique atento, o Google analytics v5 vem aí
  • Utilize os funis multi-canais: cruzamento entre tipos de acessos, seja orgânico, direto, twitter, ou através de outras palavras. Explore os caminhos que os usuários fazem/entram em seu site, corrigindo erros e monitorando seu comportamento. Otimize!
  • Ferramentas do Google: Utilização de ferramentas competitivas, como keyword tools e insights. Faça o cruzamento de diferentes dados para melhorar suas análises!
  • Taxa de bounce: metas para incluir “script de scrool” (taxa de navegação do usuário), analise o tempo e taxa de conversão para 10s (por tempo), medir o bounce de acordo com o tipo de página que está sendo entregue ao usuário

Por tanto, o Google Analytics possui recursos que nem sempre são explorados pelos analistas. Use essa ferramenta como apoio em seu projeto SEO. Segmente, pesquise, analise mais profundamente. Rafael Naressi foi bem claro nessas questões em sua palestra no Olhó SEO 2011.

Por tanto, Notícias Dinâmicas sempre de olho em tendências, recomenda: mãos a obra para essas aplicações!

Conteúdo voltado para SEO: Palestra de Rafael Oliveira – Olhó SEO 2011

Dando continuidade às palestras realizadas no Olhó SEO, em Florianópolis, seguimos com Rafael Oliveira – Conteúdo voltado para SEO. Ele começa demonstrando o poder da informação como um todo, que leva atenção gratuita do usuário gerada pela qualidade de conteúdo. Uma vantagem: custo. Uma vez feito, não precisa de manutenção periódica.

A importância do SEO nesse processo é gerar tráfego de qualidade para conteúdo relevante. Os costumes de leitura off line tende a se iniciar para online. O acesso à informação mudou várias áreas, como jornalismo, publicidade, marketing e as empresas do mundo como conhecíamos.

Conteúdo Otimizado - Importância

Rafael Oliveira palestrou sobre Conteúdo voltado para o SEO - Olhó SEO 2011

As pessoas BUSCAM conteúdo de qualidade e isso vem acontecendo pelos dispositivos móveis, ou seja, em qualquer lugar. Para se adequar, as empresas devem preparar o conteúdo para ser flexível, bem visível para qualquer um e em qualquer formato.

Consumo do conteúdo para várias formas: usuários tende a estar em situações diferentes para esse consumo, por isso a adequação é necessária. Conteúdo online sempre pode oferecer mais que o off-line, incluindo um link e fazer a ligação com conteúdos relacionados, isso gera mais interação com o usuário, além de poder ser voltado para nichos de mercado.

Algumas definições levantadas por Rafael Oliveira:

  • Conteúdo é rei para ser adequado à visão do Google: SEO
  • Web writing: Visão na criação de conteúdos para SEO
  • Agregar valor no conteúdo, sempre.
  • “as pessoas compram o furo, não a furadeira”
  • Olhar internamente para se diferenciar no conteúdo
  • ATENÇÃO do usuário em vinculação com o conteúdo
  • Diferenciais e perguntas que devem ser feitas
  • O que você faz que ninguém faz? O faz de você a melhor alternativa? Por que eu deveria escolher você ao invés do concorrente?

Diagramação da informação como forma de conversão na página. O conteúdo orienta a leitura do usuário.
Não aplicar apenas keywords no meio do conteúdo, mas enriquecer e prender a atenção do usuário (pensamento no usuário).

Importância do conteúdo para manter o CTR da página e manter o posicionamento nas SERPs. Conteúdo com foco em: link bait (lkb), conteúdo voltado para o usuário, voltado para SEO, dar razões para ter diferenciais.
Alem do básico…

  • Conteúdo deve ser comentado, novo, interessante (teoria da vaca roxa, por isso, explorar através de diferentes tipos e formatos de conteúdos – fotos, vídeos, sons).
  • Seu produto precisa ser explicado (texto) ou visto (imagens)? Riqueza na informação! Atinja o objetivo do usuário. Isso é contado pelo Google como experiência.
  • Seu conteúdo precisa criar e contar histórias, responder dúvidas e inquietações das pessoas e clientes. Inspira, entretém, motiva, orienta decisões, gerencia expectativas, traz o conceito de uma marca à vida, constrói ou quebra a confiança.

Para que serve o conteúdo

Qualificar as visitas representa identidade dos usuários, conteúdo online significa visitantes mais atenciosos, orienta os olhos dos usuários nas páginas, fideliza clientes/leitores, gera menções positivas em toda a web e mundo off line.

Outros pontos abordados no Olhó SEO, e conteúdo voltado para a web:

  1. Detectar oportunidades das marcas nas redes sociais
  2. Explorar os problemas encontrados para antecipar e criar páginas que sirvam de solução para o usuário
  3. Estimular as pessoas e usuários a escrever opiniões e reviews para produtos e sua marca: interação
  4. Criar páginas que incentivem o usuário a reclamar de sua marca no seu próprio site para eles chegarem antes em você do que em sites de reclamação, e posicionar essa página nos mecanismos de busca
  5. Conteúdo sempre atualizado: procedimentos de atualização constantes
  6. Escolha uma estratégia: histórico de métricas, dados de busca, entender o publico antes de criar conteúdo; quais as metas do negocio; meta dos clientes/usuários; conteúdo voltado para suprir necessidades
  7. Explorar o link bait
Público da palestra de conteúdo otimizado

Mais de 300 profissionais prestaram atenção nas dicas a respeito do conteúdo otimizado e sua importância - Olhó SEO

Ciclo do Conteúdo
  • Estratégia: Quem atingir? Quais mensagens? Qual a visão? Em quais canais? Conteúdo voltado para o contexto, apresentar os atributos.
  • Planejamento: qual o volume de busca? Keyword populares? Quais geram mais trafego? Quais convertem mais? Como se diferenciar?
  • Criação: priorizar, cronograma, freqüência, relevância, originalidade, testar idéias
  • Publicação e divulgação: sites, blogs, portais, redes sociais, newsletter, SEO onpage
  • Medir, aprender e otimizar: o que funcionou? O que dá para melhorar? Existem temas relacionados (links internos)? O que gerou rankings e posicionamentos? O que gerou mais trafego e conversão?
  • Construir um plano de marketing voltado para o conteúdo do site: voltado para SEO
  • Objetivos do conteúdo?
  • Prospecção, qualificação, educação, mudança de percepção, retenção de clientes, suporte para vendas, percepção de liderança da marca, comunicações internas

Planejamento – por onde começar?

No Olhó SEO 2011, Rafael enfatizou que: produtos que tenham exclusividade; produtos e serviços com maior margem de lucro, produtos com maior volume de vendas; maior conversão, maior volume de busca. Mais complexo x menos completo x menor volume de buscas (prioridades de desenvolvimento)

Halo Effect

  1. Ranquear posicionamento por palavras-chave relacionadas aos termos HEAD;
  2. com o tempo ira se posicionar para o termo principal
  3. aumentar abrangência dos termos bem posicionados relacionados

Rafael deu uma aula e palestrou sobre a importância do conteúdo voltado a otimização. As características que devem ser exploradas, a função de ter um planejamento específico para a criação de conteúdo e como o usuário deve ter apresentado essas informações.

Com certeza a tendência é a geração de informações cada vez mais otimizadas, e isso se tornará um diferencial em sites otimizados. O Google levará mais em consideração essas aplicações.

Por tanto, vamos nos manter atualizados!